Agora, sim! Vamos morrer, reunidos,
Tamarindo de minha desventura,
Tu, com o envelhecimento da nervura,
Eu, com o envelhecimento dos tecidos!
Ah! Esta noite é a noite dos Vencidos!
E a podridão, meu velho! E essa futura
Ultrafatalidade de ossatura,
A que nos acharemos reduzidos!
Não morrerão, porém, tuas sementes!
E assim, para o Futuro, em diferentes
Florestas, vales, selvas, glebas, trilhos,
Na multiplicidade dos teus ramos,
Pelo muito que em vida nos amamos,
Mostrando postagens com marcador envelhecimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador envelhecimento. Mostrar todas as postagens
VOZES DA MORTE
Augusto dos Anjos - Textos,Poemas e Poesias:
AUGUSTO DOS ANJOS,
envelhecimento,
NOITE,
POEMA
Assinar:
Postagens (Atom)